ESTA SEMANA ZUMBI DOS PALMARES
O negro no poder não e um manifesto racistas, prega só a união de pessoas com os mesmo ideais, que lutam por uma valorização, ate porque dentro de um país como o Brasil, onde temos uma população onde a maioria é mestiça, apesar de vários tentarem fugir dessa origem.
Mas o que mais abala e você ver um negro (a) dizer que não sabe se é mulato (a), moreno (a), ou negro (a), será que a sociedade ainda não se conscientizou que mulato e moreno não é raça. Mas muitos negros usam isso como escudo pra não assumir sua verdadeira origem, mas na verdade esta se enganando, mentindo pra sim próprio e se desvalorizando.
Hoje muitos negros ainda são escravos de seus falsos conceitos, de seus medos, eu diria que o pior preconceito e os bloqueios que construímos dentro de nós. Temos que nos liberta desses medos e falsas ideologias que muitas vezes vem de pais pra filhos. Mas o mundo evoluiu e temos que evoluir com ele, pois a união faz a força e dependemos de cada um de nós pra alcançarmos nossos objetivos finais, pois o mínimo que você acha que pode fazer pode ser o que precisamos pra começa, ou pra concluir uma idéia.
Ewelin rosanegra
Aqui se inicia o sonho de montar algo significativo que não apenas vai falar sobre a historia do negro no Brasil e no mundo mais este site tem como função principal de pregar principalmente a nossa união, pois como já vimos na historia unidos nos fizemos grandes coisas por nós.
bom a idéia principal deste site é unir pessoas para formação de uma espécie grupo, uma família, uma comunidade de negra que se ajuda mutuamente e ajuda quem necessita.
se você se interessou pela idéia mande um e- mail para mim com idéias e dicas para a formação da nossa comunidade.
IKWUEMEK
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Zumbi está cada vez mais vivo em nossa história, não só como o herói do povo negro, mas como um ícone da luta pela LIBERDADE.
(Dados extraídos do livro Zumbi dos Palmares de Eduardo Fonseca)
ESTA SEMANA VAMOS HOMENAGER UM GRANDE HOMEM NEGRO QUE NA MINHA OPINIÃO NAO RECEBE O SEU DEVIDO VALOR EU FALO DE ZUMBI DOS PALMARES UM DOS UNICOS HEROIS NEGROS DA NOSSA HISTORIA LEIAM E APRENDEM BASTANTE SOBRE ZUMBI
IKWUEMEK
ZUMBI DOS PALMARES
Líder escravo alagoano (1655-1695). Símbolo da resistência negra contra a escravidão, é o último chefe do Quilombo dos Palmares. Criado pelo padre Antônio Melo, aos 15 anos foge para Palmares e adota o nome Zumbi, que significa guerreiro. Logo ascende ao comando militar do quilombo, governado então por Ganga Zumba. Em 1678, renega um acordo com as autoridades coloniais e provoca uma guerra civil no quilombo. Manda envenenar Ganga Zumba e assume seu lugar. Lidera a resistência contra os portugueses, que dura 14 anos. Com a destruição de Palmares , em 1694, foge com outros sobreviventes e esconde-se na mata. É morto numa emboscada. Seu corpo é mutilado e a cabeça é enviada para o Recife, onde é exposta em praça pública.
O MITO DE PALMARES - Para o poder colonial, destruir Palmares era mais que uma necessidade imposta pelas regras do projeto colonial. Era uma questão de honra. Em 20 de novembro de 1695 era morto Zumbi, o Grande Chefe da "primeira república verdadeiramente livre das Américas".
No final do século 16, as terras pernambucanas eram as mais prósperas das novas colônias portuguesas. Fazia poucas décadas que os portugueses tinham pisado ali, mas a Capitania de Pernambuco já era politicamente relevante. Havia 66 grandes engenhos na região e, no litoral, toda uma estrutura de suporte, criada para permitir o escoamento dos produtos. O trabalho frenético dos engenhos se refletia na cidade do Recife, cada dia mais estruturada e organizada.
O mesmo não ocorria no sul do país, onde os poucos europeus ali chegados ainda lutavam para conquistar a terra e se instalar de forma definitiva.
Eram desbravadores, fundamentalmente. Aliás, sua fama de conquistadores tinha ultrapassado as fronteiras da região. Em todo o país se dizia que os paulistas eram homens valentes e grandes lutadores. Cronistas escreviam que eles eram "criados entre as brenhas, como feras".
Foi essa reputação guerreira que, na segunda metade do século 17, levou o governador de Pernambuco a procurar o bandeirante Domingos Jorge Velho, chefe de um bando paulista em ação no interior brasileiro. Queria resolver seu problema maior. Para ele, Palmares já estava deixando de ser preocupação para virar verdadeiro pesadelo.
O SONHO DOS QUILOMBOS - Em Pernambuco falava-se, sobretudo, de Palmares. Ninguém sabia certo onde ficava. Era lá nas montanhas, na parte superior do rio São Francisco, mata fechada, inacessível. Diziam que precisava dias e mais dias para se chegar até esse lugar. Mas ninguém duvidava de que Palmares existisse de verdade.
Não eram só histórias. Palmares havia surgido no final do século 16, quando os primeiros negros ali se refugiaram. Desde então, o mito de Palmares não havia feito outra coisa senão crescer e crescer. Era a meta dos que buscavam liberdade, negros, índios e inclusive brancos. Havia lugar para todos.
Em 1630, as autoridades pernambucanas calculavam que o quilombo de Palmares contava com uma população superior a 3 mil pessoas. Sabiam o que estavam dizendo. Apoiavam-se no número de fugas escravas que diariamente deviam registrar.
Independente do mito, o quilombo de Palmares representou uma estrutura alternativa à sociedade colonial. Os negros viviam da agricultura. Uma agricultura, por sinal, mais avançada que a da colônia. O mundo escravocrata só conhecia a produção de açúcar. Em Palmares plantavam-se milho, mandioca, feijão, cana, legumes, batatas, frutas.
Palmares tinha leis que regulamentavam a vida das pessoas, algumas, inclusive, bastante rígidas. Roubo, adultério, deserção ou homicídio eram punidos com a morte. As funções sociais estavam definidas. A autoridade era reconhecida por todos. As decisões mais importantes eram tomadas em assembléias, da qual participavam todos os habitantes adultos. Mais do que isso. Palmares não era apenas uma cidade. Chegou a ser uma rede de cidades. Na metade do século 17, contava onze povoados. Macaco, na Serra da Barriga, era a capital. Possuía 1.500 casas, dos dois lados de ruas espaçosas. Os artesãos trabalhavam em suas oficinas, enquanto outros plantavam e colhiam. As crianças brincavam livres. Havia também igreja para as orações. A população? Mais de 8 mil pessoas. Depois, havia Amaro - com 5 mil habitantes e uma estrutura igualmente bastante organizada -, Subupira - a 36 quilômetros de Macaco - e, ainda, Zumbi, Tabocas, Acotirene, Danbrapanga, Sabalangá, Andalaquituche...
GRANDE CHEFE ZUMBI - Uma crônica de 1678 dava conta de que os palmarinos eram 20 mil. O governador ia mais longe. Dizia que, na realidade, eram mais de 30 mil. Uma multidão de gente que, além de pôr em xeque o projeto colonial, ameaçava fisicamente a sociedade pernambucana. Era preciso esmagar Palmares, custasse o que custasse. A Coroa já tinha dado essa ordem em diferentes ocasiões.
Havia, ainda, a questão do mito, que incomodava mais que qualquer coisa. Nos engenhos e senzalas, Palmares era sinônimo de Terra Prometida, e Zumbi, considerado imortal, era visto como seu guardião fiel e valente. Para destruir o quilombo, o poder colonial organizou dezesseis expedições oficiais. Quinze fracassaram.
As montanhas pareciam intransponíveis. E o que as montanhas não faziam ficava por conta dos negros e de suas estratégias militares. O exército de Palmares era competente, embora carente de armas e munições. Tinha estabelecido seu quartel- general em Subupira, um povoado de oitocentas casas, todas elas cercadas de madeira, pedras e armadilhas. Chegar até Subupira era muito difícil. Superar os obstáculos e entrar na fortaleza, quase impossível.
A tarefa de destruir Palmares foi confiada pelo governador de Pernambuco a Domingos Jorge Velho, um bandeirante paulista sem escrúpulos, especialista na caça aos índios e líder de uma tropa de renegados. Um bispo da época deixou escrito que Jorge Velho era um dos maiores selvagens com quem ele tinha topado. Comandava um pequeno exército de 2 mil homens, armados de arcos, flechas e espingardas.
Em 1695, se preparou para a ação decisiva. Depois de ultrapassar mil barreiras, chegou a Macaco, descarregando contra a comunidade todo o seu poder de fogo e toda a sua raiva. A cidade resistiu durante 22 dias. Zumbi, depois de lutar bravamente, fugiu e se escondeu. Pôde ser capturado e morto só depois de ter sido traído por companheiros. A data: 20 de novembro de 1695. Em 1545, o donatário da Capitania da Paraíba do sul, Pedro de Góis escrevia ao seu sócio em Lisboa, Martim Ferreira, solicitando a remessa urgente para a referida capitania de ¿ao menos setenta Negros de Guiné¿. Ele contava dali a um ano e meio despachar para Portugal, duas mil arrobas de açúcar, desde que seus sócios providenciassem a vinda do maior número possível de colonos e, principalmente, de escravos africanos. Em 1559, com Dona Catarina como Regente de Portugal, assinada a permissão para que cada um dono de engenho no Brasil, pudesse comprar até 120 escravos africanos. Era o passo inicial para um famigerado sistema de dominação e escambo que, durante três séculos dominaria as três Américas e, em específico, o Brasil.
Cinqüenta anos mais tarde, este tráfico crescera à proporções estarrecedoras envolvendo desde a Igreja Católica e Protestante até o mais simples fazendeiro, transformando a proporcionalidade entre brancos e negros no Brasil à dois negros para cada branco. Como é sabido, o tratamento que os traficantes e os senhores de engenho davam aos escravos era extremamente desumano, chegando mesmo às raias do sadismo. Os escravos que na África, em suas tribos, eram rivais de outras tribos, no Brasil se uniram contra o colonizador português e, unindo-se, trocaram informações e conhecimentos os quais foram úteis aos processos de fugas e instalação de refúgios. Estes foram chamados de Quilombos.
Em apenas cinqüenta anos os quilombos foram aparecendo por toda a colônia levantando uma bandeira de resistência contra o colonizador português. Tal fato, não aconteceu nas colônias americanas do norte devido aa massificação protestante que não permitia a identificação étnica dos escravos, limitando-os à um primeiro nome e o sobrenome do proprietário dele. No Brasil, obviamente foi estabelecido um sistema de combate aos quilombos mediante a contratação de bandeirantes, mercenários e capitães do mato. Em grande parte vencedores, os contratados dos fazendeiros levavam a vantagem de estarem bem municiados e respaldados por recursos financeiros, enquanto os habitantes dos quilombos contavam apenas com os recursos que os locais lhes fornecia e suas táticas africanas de origem.
No começo do século XVII foi construído em Alagoas o primeiro Quilombo dos Palmares, o mais famoso de todos do Brasil. Palmares era uma verdadeira cidadela de resistência à todos os ataques vindo por parte dos fazendeiros. E o foi por quase um século. O complexo de Palmares começou com o quilombo do Amaro, depois com o Sucupira, seguido do Macaco e finalmente o quilombo do Gigante. Exceto o Quilombo do Gigante, todos os demais foram destruídos pelos próprios ex-escravos. Estima-se que a população de Palmares tenha chegado a cerca de 25 a 30.000 pessoas, no período compreendido entre 1620 e 1695.
A organização Palmarina em nada devia aos costumes e leis européias, vez que já a tinham na Velha África. A descrição do navegador holandês Olfert Dapper em 1602 relata a cidade de Benim na áfrica Ocidental( Nigéria) como ¿sendo uma cidade composta por ruas largas e perpendiculares com casas construídas lado a lado, com um ou dois pisos, sendo que tais ruas de tão extensas não se vê o fim das mesmas. Toda a cidade é ladeada por grandes paliçadas e profundos fossos¿. Imagina-se portanto que o famoso Quilombo do Gigante em Palmares construído pessoalmente por Zumbi tenha sido 85 anos depois deste relato algo igual ou superior a cidade de Benin. Caso contrário, não teriam sido necessários 11.000 soldados e 5 anos de cerco com artilharia pesada e canhões para destruí-lo.
Os habitantes de Palmares, liderados por Zumbi e Gangazuma e estes assessorados por hábeis generais como Bambuza, Cynianta, Dumdum, Mukumbe, Papua, Shegun e outros valorosos membros das elites tribais africanas trazidas para o Brasil tinham uma estrutura de defesa e uma capacidade de resistência somente comparável à cidade de Tróia na história da humanidade.
Dentro do campo da subsistência diária, líderes como o sumo sacerdote Bambushê Adinimodó e o sacerdote Kaundê obtiveram ensinamentos sobre agricultura extensiva e rotativa sendo esta última completamente ignorada por parte dos fazendeiros brancos. A resistência de Palmares ante aos inúmeros ataques que sofreu por tropas enviadas pelo Governador geral do Brasil em Salvador e pelo governador geral da Capitania de Pernambuco em Recife só foi possível mediante a doação de armamentos que lhes foi feita por Maurício de Nassau durante a permanência dos holandeses no Brasil, de 1637 a 1654.
A terra pertencia a todos e o seu produto era dividido por todos. Cada habitante tinha sua residência e podia plantar dentro da área de sua residência o que bem entendesse. Os trabalhos de construção, preparo de lavouras e estoque eram divididos por todos. As crianças eram ensinadas e preparadas desde a infância para todos os eventos desde os costumes tribais até a guerra. As mulheres eram encarregadas da tecelagem e guarda do estoque de alimentos nos silos destinados a tal.
Tal foi a importância da estrutura do Quilombo de Palmares que seus produtos em lavoura e artesanato foram durante anos comercializados com os habitantes das cidades de Recife, Una, Porto Calvo e Seriahem obtendo a preferência dos habitantes ante aos produtos oferecidos pelos fazendeiros locais. Uma das razões desta preferência devia-se a melhor qualidade e tamanho dos produtos de Palmares conseguidos com suor, mas sem lágrimas.
Enquanto existiu, o Quilombo dos Palmares foi a maior dor de cabeça que Portugal e Algarves tiveram no Brasil durante o século XVII, levando o Conselho Ultramarino de Lisboa à loucura total e desespero, investindo altas somas para sua destruição. 1.500 fidalgos portugueses viviam estritamente do tráfico de escravos para o Brasil, o qual, atingiu a soma de 8 milhões de almas. Zumbi dos Palmares deixou uma grande lição na sua luta contra o colonizador branco: A liberdade é um bem precioso demais para ser desperdiçado. Muitos serão libertos e novamente se jogarão como escravos. Para estes a liberdade jamais existiu e jamais poderá existir.
Palmares foi finalmente destruído no dia 20 de novembro de 1695, depois de pelo menos 5 anos de ataques sucessivos liderados por Domingos Jorge Velho, André Furtado de Mendonça e Bernardo Vieira de Melo em expedições financiadas pela Coroa Portuguesa e fazendeiros locais. Por este feito, ambos receberam concessões de sesmarias e prêmios, depois de levarem a cabeça de Zumbi (?) a Recife. Mas tanto Jorge Velho, como André Furtado de Mendonça e Bernardo Viera de Melo tiveram ao invés da glória, um fim trágico. O primeiro, após radicar-se no Ceará, morreu no total esquecimento. Bernardo Vieira de Melo foi preso em Porto Calvo a mando do Governador Caldas e remetido à Lisboa, onde morreu na prisão. André Furtado de Mendonça, preso por envolvimento com uma insurreição, foi assassinado por desconhecidos.
E quanto a Zumbi?
anderson ikwueme [11:51 PM]
ESSE É O HIP HOP




anderson ikwueme [11:51 PM]
HISTORIA DO HIP HOP
A cultura hip-hop surgiu em New York durante os anos 70's e 80's, o hiphop não é um estilo de musica, é uma cultura constituída por 4 elementos base:
Rap music, DJing ou beat making, graffiti e breakdance. A partir das formas iniciais da música religiosa da comunidade negra dos Estados Unidos. Através de uma expressividade laica e popular que se conciliou com o funk, o rap desenvolveu-se sobretudo em duas vias: rompe seus laços com o funk e a música disco de consumo e acentua sua relação com o break dance, ao mesmo tempo que radicaliza seus símbolos de cultura de rua por meio de formas autónomas e uma linguagem específica e combativa.
Durante os anos 80's, o rap foi o único elemento da cultura que começou a ser comercializado. Os writers, bboys e DJ's foram deixados em New York, onde com o evoluir do tempo partiram para a expanção mundial, hoje em dia o hiphop já se encontra um pouco por todo o mundo, nuns países mais noutros menos, Alguns observadores do hiphop comentam que a Alemanha é agora a capital do graffiti.
Em New York as festas, jam's e concertos acabavam muitas das vezes interrompidas pela policia, tal como as 'battles' de breakdance e os graffs mesmo em paredes legais.
O estado do hiphop nos dias de hoje já e muito diferente do 'estado original', quando este surgiu, o rap comercial destruiu muito o sentido real do hiphop.
O breakdance tem sobrevivido bem, muitas das crews originais (rock Steady crew, NYC Breakers...) ainda existem e continuam e acção, tal como novas crews que vão surgindo com os tempos. O breakdance tem se tornado popular por todo o mundo.
Quanto ao graffiti, este já vai na terceira geração, mas mesmo assim muitos writers pintam e não vêem a ligação entre o graffiti e o hiphop.
Resolvi falar sobre algo que tem tudo haver com a cultura do negro hoje a cultura hiphop entao resolvi falar um pouco sobre a historia do hip hop no brasil e no mundo e escolhi duas lendas q na minha opinião são os melhores q representam ou ja representaram o movimento bom espero q gostem
um abraço
ikwuemek
A LENDA
TUPAC AMARU SHAKUR
Tupac Amaru Shakur nasceu dia 16 de junho de 1971 no Brooklyn em NY. Filho de Afeni Shakur, integrante ativista do movimento politico e social chamado Black Panthers. Desde de pequeno 2Pac era chamado de o principe negro, além disso o maior sonho de 2Pac era o de ser ator. Tupac Shakur cursou artes dramaticas na Baltimore School for the arts, e com apenas 20 anos de idade já tinha sido preso oito vezes, ainda jovem se mudou para Oakland na Califórnia, lá formou o seu primeiro grupo de hip hop chamado Humpty Hump, depois acabou se tornando dançarino do Digital Underground. Porém em 1991 2Pac lança o seu primeiro album solo chamado 2Pacalypse now que o introduz nas paradas norte americanas, em 1992 lança o seu primeiro filme chamado Juice que acaba introduzindo 2Pac na industria do cinema. Tupac Shakur deslancha em sua carreira de ator e rapper, lançando albuns e filmes de sucesso que lhe rendem um bom dinheiro, porém em novembro de 1994 2Pac sofre um atentado em NY na qual leva 5 tiros a queima roupa além de terem lhe roubado US$ 40.000 em jóias que ele estava usando, 2Pac atribuiu o atentado como sendo uma armação na qual teve como mandantes o rapper Notorious BIG e Puff Daddy rapper e proprietário da Bad Boy Records. Dai em diante se teve o pior periodo, o mais sangrento periodo da guerra entre a costa leste e oeste. Apesar de tudo isso em 1995 com sua carreira no auge 2Pac é acusado e condenado a cumprir pena por estupro planejado, mas de dentro da cadeia 2Pac lança o sue quarto album chamado Me against the world, o album atinge o primeiro lugar em todas as paradas e fica em primeiro na Billboard, vendendo acima de 5 milhões de cópias, aliás Suge Knight dono da Death Row Records paga a fiança de US$ 1.400.000 dólares e tira 2Pac da prisão. No dia 13 de fevereiro de 1996 2Pac lança o melhor album de sua carreira chamado All yez on me, vendendo acima de 9 milhões de cópias, nada mal para um album duplo. Porém no dia 7 de setembro de 1996 após ter assistido a uma luta de seu amigo Mike Tyson em Las Vegas, um Cadillac branco emparelha do lado da BMW preta na qual estavam 2Pac e Suge Knight e dispara de 10 á 15 tiros, 5 tiros acertam 2Pac, que ainda sobrevive durante sete dias no hospital e vem a morrer no dia 13 de setembro de 1996. Morre Tupac Amaru Shakur, nasce uma lenda
Depois de ir embora de uma luta do Mike Tyson dia 7 de Setembro de 1996, Tupac foi atingido por 5 tiros. Ele foi levado para um hospital próximo e foi pronunciado morto dia 13 de Setembro de 1996.
As suspeitas!
- Não existem fotos do Tupac no hospital.
- Suge Knight (Dono da Death Row, selo do Tupac), a única pessoa que estava com Tupac quando ele foi atingido, não fala sobre o assunto.
- O clipe da música I Ain t Mad At Cha foi lançado apenas alguns dias após a morte do Tupac. I Ain t Mad At Cha é a música número 13 do disco All Eyes On Me. O clipe mostra Tupac como um anjo no céu. No clipe, Tupac é atingido por tiros quando estava com um amigo, muito parecido com o que aconteceu na vida real. Interessante, ele morre no seu último clipe com o nome Tupac. O seu próximo clipe Toss It Up foi lançado com o nome Makaveli.
- O segundo clipe lançado com o nome Makaveli é o da música To Live And Die In L.A. . Mas como eles gravaram o clipe se ele estava morto?
- No clipe da música Hail Mary, existe uma lápide escrita Makaveli. Mas a lápide está quebrada como se Makaveli tivesse voltado da morte.
- Em entrevistas antes dos tiros, Tupac falava que queria parar de rimar e ser um gangsta longe das luzes e das câmeras. Qual seria o único jeito para isso acontecer?
- Não existem suspeitos para o crime.
- A imprensa não foi autorizada no funeral que foi cancelado sem ninguém saber porque.
- Tupac sempre vestiu um colete a prova de balas. Porque ele não usou nesse dia?
- Em muitas músicas, Tupac falava sobre ser enterrado, então porque ele teria sido cremado um dia após a sua morte? Além disso, é ilegal cremar alguém que foi assassinado sem autópsia.
- Machiavelli foi um filósofo italiano do século 16 que acreditava em fingir a própria morte para enganar o inimigo e ganhar poder.
- O título do último álbum do Makaveli (Tupac) é The 7 Day Theory (A Teoria Dos Sete Dias). Do dia 7 ao dia 13 de Setembro (sua morte) são 7 dias.
- O disco All Eyes On Me foi lançado dia 13 de Fevereiro de 1996. Tupac morreu dia 13 de Setembro de 1996, 7 meses depois.
- Tupac morreu 4:03 (4+3 = 7) com 25 anos (2+5 = 7).
- No clipe ¿Heaven Gotta Ghetto¿, a placa do carro é 61671 (6+1 = 7).
- Não há no disco a frase TUPAC RIP 1971-1996. Não seria lógico haver uma frase assim? A única frase que há é EXIT TUPAC ENTER MAKAVELI (Sai Tupac, entra Makaveli).
- O produtor executivo do disco The 7 Day Theory é Simon (que ninguém conhece ou sabe quem é). Na bíblia, Simon (Simão) era um apóstolo de Jesus e foi um dos primeiros a testemunhar a ressurreição de Cristo.
- Existem muitas letras do Tupac onde ele fala sobre seu assassinato ter sido planejado e sobre sua volta.
- Existem muitas músicas, discos e clipes com Tupac desde que ele morreu.
- Na capa do disco The 7 Day Theory, tem uma foto do Tupac sendo crucificado como Jesus. Isso dá a idéia que Tupac voltaria. E na foto existem 5 buracos de bala, Tupac foi atingido 5 vezes.
- A única testemunha do crime, Yafeu Fula, foi encontrado morto dia 10 de Novembro.
- Muita gente acha que Tupac vai voltar 7 anos após a sua morte!
- Tudo isso pode parecer ridículo, mas e se ele voltasse, você já pensou como seria?
DISCOGRAFIA
2Pacalypse Now (1992)
Strictly 4 My N.I.G.G.A.Z. (1993)
Thug Life - Volume 1 (1994)
Me Against the World (Mar. 1995)
All Eyez on Me One (Feb. 1996)
Makaveli - The Don Killuminati: The 7 Day Theory (Nov. 1996)
R U Still Down? Remember Me One (1997)
Greatest Hits (1998)
2Pac + Outlawz - Still I Rise (1999)
Tupac Shakur - The Rose That Grew From Concrete Vol. 1 (2000)
Until the End of Time One (Mar. 2001)
Better Dayz * One (Nov. 2002)
ELE É O RAP
DR DRE
Mais do que qualquer outro rapper, Dr. Dre foi responsável por mover o rap do caráter nariz empinado e político como Public Enemy e Boogie Down Productions, bem como as batidas do Old School Rap. Ao invés disso Dr. Dre foi o pioneiro no gangsta rap e sua própria variação do som, os primeiros álbuns do G-Funk BDP foram pesados, mas com contos de uma mente criminosa, mas os álbuns de Dre com o NWA celebraram o lado hedonístico e amoral da vida gangster. Dre nunca foi um bom rapper - suas rimas eram simples e seu canto era lento e desajeitado - mas como produtor ele era extraordinário. Com o NWA ele misturou os novos sons do Bomb Squad com ritmos funkeados. Sozinho, ele remodelou o funk elástico de George Clinton no seu próprio G-Funk, uma variação lenta que mostrava mais som do que conteúdo. Quando ele deixou o NWA em 92, ele fundou a Death Row Records com Suge Knight, e a gravadora tornou-se a força dominante nos anos 90 e o hip hop é grato pela sua estréia The Chronic. Logo, muitos álbuns de hip hop, imitaram seu som e suas produções para Snoop Dogg, Warren G e Blackstreet foram arrebatadoras. Por aproximadamente quatro anos, G-Funk dominou o hip hop e Dre teve sabedoria suficiente para abandona-lo e a Death Row antes que todo o império entrasse em colapso, o que aconteceu em 96. Dre contra-atacou formando uma nova companhia, a Aftermath e enquanto ele estava iniciando devagar seus avanços mereceram respeito da crítica.
Dr. Dre (André Young, nascido em 18 de fevereiro de 1965) começou no hip hop no inicio dos anos 80 fazendo performances em festas caseiras e em clubes com o World Class Wreckin' Cru pelo centro-sul de Los Angeles, faendo um punhado de gravações por esse caminho. Em 86 ele conheceu Ice Cube e os dois rappers começaram a escrever raps para Ruthless Records uma gravadora fundada pelo ex-traficante Easy-E. Easy tentou dar uma das musicas da dupla "Boyz N the Hood" para HBO, um grupo assinou com a Ruthless. Quando o grupo recusou, Easy formou o NWA - um acrônimo para Niggas With Attitude - com Dr. Dre e Ice Cube, lançando seu primeiro álbum em 1987. Um ano depois, NWA lançou "Straight Outta Compton" um disco pesado e viciante que se tornou um hit no underground, sem apoio das rádios, imprensa ou MTV. NWA se tornou notória pelas suas letras pesadas, especialmente como "Fuck tha Police", que resultou no FBI enviando uma carta de aviso para a Ruthless, sugerindo que o grupo tomasse mais cuidado com o que dizia.
A maior parte da ameaça política do grupo deixou o grupo com a saída de Ice Cube em 89 devido a vários desentendimentos financeiros. Enquanto Easy-E parecia ser o líder indisputável seguindo a saída de Ice Cube - e ele certamente era o responsável pela aproximação do grupo a níveis quase paródicos com seus últimos dois discos - a musica estava nas mãos de Dre. Tanto no EP de 1990 "100 Miles and Runnin'" e o álbum de 1991 "Efil4zaggin" (Niggaz 4 Life de trás pra frente) ele criou paisagens densas com sons funk que foram responsáveis por manter NWA no topo das paradas com as letras de historia em quadrinhos de Easy-E. Enquanto o grupo estava no ápice da popularidade em 91, Dre começou a dar sinais de querer abandonar o grupo, especialmente depois que ele foi acusado de agredir o apresentador de uma programa de TV em 91. No ano seguinte Dre abandonou o grupo para formar a Death Row Records com Suge Knight. Diz a lenda que Suge apontou uma arma para a cabeça do gerente do NWA ameaçando mata-lo caso não deixasse que Dre saísse do grupo.
Dr. Dre lançou seu primeiro single solo "Deep Cover" na primavera de 92. Não apenas o álbum foi a estréia de seu som eclético G-funk, foi também o começo de sua colaboração com o rapper Snoop Dogg. Dre descobriu Snoop através de seu irmão adotivo Warren G e ele imediatamente começou a trabalhar com ele - Snoop estava na estréia de Dre "The Chronic" em 92 tanto quanto o próprio Dre - Graças aos singles "Nuthin' but a G Thang" e "Dre Day" e "Let me Ride", The Chronic foi platina-multipla, Top 10 e todo o mundo do hip hop mudou depois dele. Nos quatro anos seguintes foi virtualmente impossível ouvir hip hop que não fosse afetado de alguma forma por Dr. Dre e seu patenteado G-funk. Ele não apenas produziu a estréia de Snoop Dogg "Doggystyle", como também orquestrou varias trilhas sonoras incluindo "Above the Rim" e "Murder was the Case" (ambos de 1994) que funcionaram como ensaio para seus novos artistas e técnicas de produção e ele governou os álbuns de Warren G e Blackstreet, entre outros, incluindo uma reunião com Ice Cube, "Natural Born Killaz". Durante esse tempo todo, Dre não lançou nenhum álbum, mas ele não precisava, toda a Death Row estava sob seu controle e a maioria de seus parceiros imitava suas técnicas.
A dinastia da Death Row se manteve forte até a primavera de 96, quando Dre ficou frustrado com o jeito irrelevante de Suge Knight. Durante esse tempo a Death Row estava voltada para o lançamento do álbum de 2Pac "All Eyes on Me" (que teve Dre participando do hit de estréia "California Love") e Snoop estava ocupado se recuperando do seu cansativo julgamento de assassinato. Dre deixou a gravadora no verão de 96 para formar a Aftermath, declarando que o gangsta rap estava morto. Enquanto ele estava sendo sujeito a infindáveis ataques de seus ex-parceiros da Death Row, suas vendas caíram em 97 e Knight estava ocupado com as acusações que vinha sofrendo no final daquele ano. O primeiro álbum de Dre pela Aftermath, uma reunião de vários artistas, "Dr. Dre Presents...The Aftermath" recebeu uma atenção considerável da mídia, mas o álbum não foi muito bem, apesar da presença do bem sucedido hit "Been There Done That". Mesmo o álbum não sendo um sucesso, a implosão da Death Row em 97 provou que as idéias de Dre estavam corretas naquele momento. Tanto o "Chronic 2001" quanto o álbum que o seguiu "2001 Instrumental" seguiram em 1999.
anderson ikwueme [11:02 PM]
eu nao poderia deixar de falar do nosso rap nacional entao escolhi dois q pra mim representam todo o poder do nosso rap
OS PIONEIROS
THAIDE E DJ HUM
Dupla pioneira do hip hop brasileiro, Thaíde (Altair Gonçalves) e DJ Hum (Humberto Martins) se conheceram em uma festa na década de 80, em São Paulo. Hum animava noites em diversas casas noturnas como DJ e Thaíde era dançarino de break. A primeira coletânea da qual participaram foi "Hip Hop Cultura de Rua"...
No princípio, era o verbo, E a ele foi acrescentada a batida essencial. Estava criado o rap, um gênero musical que nasceu nos guetos americanos e ganhou o mundo. E por aqui, em terras brasileiras, só poderia acabar em lugar. E nenhum lugar teria tanto ¿material¿para o rap como a periferia de São Paulo, onde violência e pobreza, paradoxalmente, se confundem com alegria e orgulho. Foi em lugares assim que nasceu a dupla Thaíde & DJ Hum. Eles começaram a trilhar o caminho das pedras em meados dos anos 80, Mas, até chegar ao primeiro disco, muita agua rolou. Thaíde, antes de receber seu nome de guerra, era Altair, ou taí, para familiares e amigos. Um garoto da Vila Missionária, bairro barra-pesada da Zona Sul paulistana. Como qualquer menino pobre, Taí cresceu em meio à violência e pobreza. Era um garoto espertoe, com o passar dos anos, começou a notar coisas estranhas ao seu redor. Por que as pessoas como ele, a nossa gente, sofriam mais do que aquelas mais ricas, que ele via na tevê ou nas regiões mais nobres da cidade? Ao mesmo tempo que era assaltado por essaa dúvida, Taí tomava contato com o lado lúdico da periferia: os bailes animados, cuja trilha sonora era o funk e a soul music. ¿Cresci ouvindo minha família falar dos bailes, Eu ouvia algumas coisas no rádio e, de vez em quando, via o Toni Tornado aparecendo na tevê. Mas, quando veio o samba-soul, é que tive certeza de tudo aquilo que eu pensava. ¿Então, Taí deixou de ser um garoto e começou a frequentar bailes, dançar soul com passos coreografados e curtir James Brown. Foi um amigo seu que um dia lhe deu um toque: ¿Pô, mano, esse nome aí é meio embaçado, sabe. tem começo, mas não tem fim, fica no meio. Tem que ter um fim nesse nome. Você tem que ter um nome forte, que imponha respeito. Tem que ser Thaíde!¿. Thaíde passou a frequentar a Estação São Bento do Metrô, ponto de encontro dos adeptos daquela cultura emergente. assim como todos naquele local, ele tinha sede de informação. Gradativamente, Thaíde percebeu que podia expressar suas dúvidas e opiniões atráves do rap. Ele começou a criar rimas e a colocar no pael suas idéias, se juntou a alguns amigos e fromou uma equipe de dança, a BackSpin Break Dance. Surge um DJ. Enquanto Thaíde fazia suas descobertas no circuito entre a Zona Sul e o Largo São Bento, do outro lado da Grande São Paulo, em Ferraz de Vasconcelos , o garoto Humberto Martins descobria sua vocação musical. Ele amava James Brown e todo aquele funk dos anos 70. Tanto que começou a animar festinhas da região. Rapidamente, tornou-se um DJ requisitado. Quem estivesse a fim de uma festa animada tinha de chamar o DJ Humberto, ou melhor, DJ Hum. ¿Quando comecei, fazendo bailinhos, eu trabalhava com um três-em-um, dá pra acreditar? Carreguei muita caixa nas costas, fiz muitos bailes, sem receber nada. Mas eu acredito na força de vontade, porque foi com persistência que conheci o cara que me levou pra tocar no Archote (uma badalada casa noturna no agitado bairro do Ibirapuera), e foi aí que eu conheco o Thaíde.¿ A casa não durou muito e, DJ Hum ficou algum tempo sem se encontrar com Thaíde. Como aficionado da cultura hip hop, DJ Hum só poderia convergir para um ponto: a estação São Bento do metrô. Foi lá que ele fez amigos, trocou informações e descobriu alguns segredos da discotecagem. ¿A estação São Bento foi o local em que todas as pessoas e todos os elementos do hip hop se juntaram. Naquela época, quando você estava na São Bento, você estava no templo do hip hop, em São Paulo.¿ DJ Hum só reencontraria Thaíde novamente dois anos depois. Os dois acabariam fazendo uma parceria para se apresentar na histórica festa My Baby, no Teatro mambembe. Ä gente fez um négocio simples pra caramba. Eu fiquei arranhando uns discos e o Thaíde lá, nem sabia cantar direito ainda. ¿apesar do primarismo da perfomance, a dupla agradou bastante. Tanto que, nos camarins, foram procurados pelos produtores do evento, Nasi e André (ambos integrantes do grupo Ira1) e Scowa (líder do Scowa & a Máfia). Nessa mesma noite, também foram convidados pela gravadora Warner para fazer um disco. Não aceitaram, mas resolveram que dali por diante seriam parceiros. Vamos ser negros por inteiro mas por favor respeitando o irmão claro que está do seu lado torcendo pra você vencer.
ESSA É LOKA !!!! (se eu pudesse colocava a musica aqui pra galera curti mais por enquanto vo ficar so com a letra entao se liga ai)
Afro Brasileiro
E aí rapaziada como é que tá
Estamos aqui denovo pra tentar fazer você dançar
Como velhos tempos, tempos velhos quais
Tempos velhos meus amigos, pretos velhos que não voltam mais
Ancestrais seguidos de bravos guerreiros
Faziam o Brasil inteiro se curvar diante de tal bravura
Que loucura
Só pra a todo custo defender aquele lugar
Que aliás se chamava palmares
E foi destruído por velho que não era preto
Mas se chamava Jorge e com sua sorte e nosso azar
Matou todos do Quilombo que hoje seria o nosso lar
E mesmo assim denovo mostro a vocês outra vez
A importância de ser negro por inteiro reconhecendo o seu valor
E por favor respeitando o seu irmão mais velho
Quem está sempre do seu lado torcendo pra você vencer
E crer, na energia africana
Que emana das sementes espalhadas pelo mundo inteiro
Seja escuro, mas seja escuro verdadeiro
Afro Brasileiro
Sabe quem eu sou
Afro brasileiro
Me diga quem você é
Afro brasileiro
Sabe quem eu sou?
Afro brasileiro
Somos descendentes de Zumbi o grande guerreiro
Todo dia quando vou sair de casa pra rua
Faço o sinal da cruz pra fazer juz
A fé em Deus e nos orixas
Sou duro na queda
Porque eu sou filho de Ogum com Iemanjá
E pra injuriar os conservadores imbecis
Tenho orgulho e bato no peito sou descendente de Zumbi
Grande líder negro brasileiro
Por nossa liberdade enfrentou exércitos inteiros
Mas acabou perdendo a cabeça
E não é a cara dele
Que eu vejo nas camisetas, bottons, toucas ou bombetas
Nem gangazumga eu vejo jaquetas
Até o rap o traiu importando santos em nosso terreiro
Que falta de respeito por um homem de coragem
Que lutou por negros do Brasil inteiro
Meu companheiro ou minhe companheira
Não digam besteira se assumam
Ensine nossa cultura a sua família
A nossa tradição, a nossa evolução
Tudo isso está em suas mãos
(Não é brincadeira não, estou falando sério)
95 trezentos anos de zumbi, vamos homenageá-lo agindo assim
Afro Brasileiro
Sabe quem eu sou
Afro brasileiro
Me diga quem você é
Afro brasileiro
Sabe quem eu sou?
Afro brasileiro
Somos descendentes de Zumbi o grande guerreiro
Venha que hoje é sexta
Eu vou os refregerantes e pra quem gosta cerveja
Vamos sentar aqui no chão
Colocar o box do lado
Ouvir o som do GOG mano enfezado
Câmbio Negro e Racionais meu irmão
Afinal o que é bom tem que ser provado
Tanta coisa boa e você aí parado acuado
É por isso que insisto sou um preto atrevido
Gosto de quando me chamam de macumbeiro
Toco atabaque em rodas de capoeira e toco direito
Minha cultura primeiro
Seja escuro, mas seja escuro e verdadeiro
Afro Brasileiro
Sabe quem eu sou
Afro brasileiro
Me diga quem você é
Afro brasileiro
Sabe quem eu sou?
Afro brasileiro
Somos descendentes de Zumbi o grande guerreiro
Tudo começou por volta de 1988, quando KLJay e Edy Rock da Zona Norte, Brown e Ice Blue da Zona Sul se encontraram num miniestúdio do produtor Milton Salles. No começo eles participaram de uma das primeiras coletâneas da Zimbabwe - "Consciência Black" - graças a uma boa colocação em um dos concursos dessa equipe. Mas antes disso, Brown e Ice Blue já participavam dos bailes da Chic Show (lembra dos bailes que ela fazia no Palmeiras ?), enquanto Edy Rock e KLJay emplacavam nos bailes black a música "Tempos Difíceis". Depois eles começaram a fazer bailes com a Zimbabwe e prepararam o terreno para lançar o primeiro LP : "Holocausto Urbano".
"Holocausto Urbano", lançado em 1990, continha os sucessos "Tempos Dificeis", "Pânico na Zona Sul", "Hey Boy", "Beco sem Saída", "Racistas Otários" e o maior sucesso da época "Mulheres Vulgares".Dois anos depois, o primeiro disco solo, "Holocausto Urbano" levou o grupo a fazer uma série de shows pela Grande São Paulo, tornando-o mais conhecido. Em 1991 abriram para o show do grupo norte-americano Public Enemy, um dos pioneiros e mais famosos grupos de hip hop. A partir de 1992 os integrantes dos Racionais passaram a desenvolver um trabalho voltado para comunidades pobres da periferia, fazendo palestras em escolas sobre drogas e violência policial, racismo e outros temas. Com essas músicas eles alcançaram o topo das paradas de sucesso e a idolatria de todo o povo da periferia paulistana.
.Dois anos depois, em 1992, lançaram um single, entitulado "Escolha seu Caminho" com as faixas "Voz Ativas" (em três versões), e "Negro Limitado". Apesar deste disco não ter feito tanto sucesso como o anterior, a música "Negro Limitado" serviu como um preview do que viria a ser o próximo disco.
Finalmente chegou o ano de 1993, quando os Racionais MC's lançaram o maior sucesso do grupo, o LP "Raio X do Brasil" (a partir desse trabalho, Brown começou a ser chamado de Mano Brown) que vendeu mais de 200.000 cópias em todo o Brasil. Foi a consagração do grupo, com as músicas "Fim de Semana no Parque, "O Homem na Estrada" e "Mano na Porta do Bar" sendo tocadas exaustivamente nas rádios de todo o país. Chegando a ser tocadas até em rádios comerciais como "Transamérica" e "Jovem Pan", uma coisa impensável na época. Pois apenas Gabriel, o Pensador havia conseguido isto, pelo fato de seu rap ser mais acessível às rádios comerciais.
Depois desse trabalho, em 1995, na comemoração dos 300 anos da morte de Zumbi, foi apresentada ao público a música "Fórmula Mágica da Paz" que já se tornou um sucesso automático, e um ano depois a música "Rapaz Comum" que estão no novo CD "Sobrevivendo no Inferno", lançado em Outubro/1997. Este CD traz também as faixas "Capítulo 4, Versiculo 3", "Tô Ouvindo Alguém me Chamar", "Diário de um Detento" e uma nova versão para a música "Fórmula Mágica da Paz". E na primeira semana ele vendeu quase 100 mil cópias. Deste CD serão extraídos 4 video-clips e as primeiras músicas que vão virar clip serão "Diário de um Detento" e "Mágico de Oz". Com orçamento em torno de R$ 15 mil cada, os clipes serão dirigidos por Odorico Mendes e serão lançados em 1998. Pro ano que vem (1998) os Racionais estão prometendo também o lançamento de singles com várias versões das principais músicas do novo CD, principalmente "Fórmula Mágica da Paz" (já que a versão que sai no CD é diferente da que vinha sendo tacada nos shows do grupo). E com certeza, este novo trabalho, vai ser a consagração definitiva desse grupo no cenário fonográfico brasileiro, e quem sabe mundial também.

anderson ikwueme [11:01 PM]
O Vendedor de Balões
Era uma vez um velho homem que vendia balões numa quermesse. Evidentemente, o homem era um bom vendedor, pois deixou um balão vermelho soltar-se e elevar-se nos ares, atraindo, desse modo, uma multidãode jovens compradores de balões. Havia ali perto um menino negro. Estava observando o vendedor e, é claro preciando os balões. Depois de ter soltado o balão vermelho, o homem soltou um azul, depois um amarelo e finalmente um branco.Todos foram subindo até sumirem de vista. O menino, de olhar atento, seguia a cada um. Ficava imaginando mil coisas... Mas uma coisa o aborrecia, o homem não soltava o balão preto. Então aproximou-se do vendedor e lhe perguntou: - Moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros?
O vendedor de balões sorriu compreensivamente para o menino, arrebentou a linha que prendia o balão preto e enquanto ele se elevava nos ares disse:
Não é a cor, filho, é o que está dentro dele que o faz subir
ewelin rosanegra valeuuu preta
LAURYN HILL
MARTIN LUTHER KING JR
A luta contra a segregação racial nos Estados Unidos
As palavras de Martin Luther King, Jr. (1929-1968) foram ouvidas pela América e pelo mundo. Seu famoso discurso, ¿Eu Tenho um Sonho...¿ (¿I Have a Dream¿) simboliza a visão de um mundo mais justo pelo qual King lutou de forma pacífica. Martin Luther King, Jr. é considerado o maior líder negro na história dos Estados Unidos. Ele foi um dos principais responsáveis pelo fim da segregação racial em seu país.
Sua Vida
Martin Luther King, Jr., filho primogênito de Martin Luther King e Alberta Williams, nasceu em Atlanta, na Geórgia, Estados Unidos. Seu pai e avô materno foram pastores batistas.
King freqüentou escolas públicas onde havia segregação racial. Foi um aluno brilhante: ele se formou do colegial aos 15 anos de idade e concluiu a faculdade aos 19. Em 1951, formou-se em um Seminário Teológico. Quatro anos depois, obteve seu doutorado em Teologia pela Universidade de Boston, onde conheceu Coretta Scott, uma estudante de Música com quem ele se casou em 1953. O casal teve quatro filhos.
Em 1954, King aceitou um emprego como pastor na Igreja Batista da Dexter Avenue em Montgomery, no estado do Alabama. Essa igreja era uma poderosa instituição negra e possuía um público politicamente consciente que já se manifestava contra a discriminação.
Contesto Histórico:
A situação dos negros no sul dos Estados Unidos era deplorável. Sofriam constante discriminação racial e eram proibidos de entrar em certos restaurantes e lugares públicos. Na região sul dos Estados Unidos, filhos de pais negros não podiam freqüentar as mesmas escolas e faculdades que crianças e jovens brancos. Um homem negro corria o risco de ser assassinado caso olhasse ou conversasse com uma mulher branca. Mesmo um homem negro que havia cursado uma faculdade não tinha o direito de votar.
As leis de segregação racial obrigavam os passageiros negros a ocupar apenas os assentos no fundo dos ônibus e a conceder seus lugares a passageiros brancos, no caso do ônibus estar lotado. Eles eram freqüentemente humilhados e agredidos por racistas brancos.
No dia 1 de dezembro de 1955, na cidade de Montgomery, no estado do Alabama, Rosa Parks, uma líder da Associação Nacional de Avanço do Povo Negro (NAACP), recebeu ordem de um motorista de ônibus para ceder seu assento a um passageiro branco. Por se recusar a seguir a ordem do motorista, Rosa Parks foi detida e levada à prisão. Esse incidente levou a população negra a organizar um boicote: durante um ano, os negros de Montgomery se recusaram a utilizar os ônibus da cidade.
Rosa Parks
Martin Luther King Jr. foi eleito presidente da Associação para o Avanço de Montgomery (MIA) para coordenar o boicote à lei de segregação no transporte público. Foi assim que se iniciou a luta de King pelos direitos civis nos Estados Unidos. King baseou sua luta nos ideais de resistência pacífica, chegando até a visitar a Índia em 1959, para estudar as formas de protesto pacífico de Gandhi. King continuou a liderar protestos sem empregar violência. Apesar de sempre lutar pacificamente contra a discriminação racial, King foi preso, sua família foi ameaçada de morte e sua casa foi destruída.
Em fevereiro de 1956, dois meses após o incidente Rosa Parks, um advogado da MIA entrou com um processo no tribunal federal contra a lei de segregação dos ônibus da cidade de Montgomery. O tribunal decretou que a lei era inconstitucional; o governo de Montgomery apelou contra a decisão, mas sem sucesso. A primeira batalha pelos direitos civis havia sido vencida.
Em 1957, King ajudou a fundar a Conferência da Liderança Cristã no Sul (SCLC), uma organização de igrejas e sacerdotes negros. King tornou-se o líder da organização, que tinha como objetivo acabar com as leis de segregação por meio de manifestações e boicotes pacíficos. Muitos brancos que viviam na região norte do país apoiavam, inclusive financeiramente, o trabalho de King.
Em 1960, King deixou a igreja de Montgomery e se mudou para Atlanta, onde trabalhou como pastor juntamente com seu pai.
No início da década de 1960, King liderou uma série de protestos em diversas idades norte-americanas. Ele organizou manifestações para protestar contra a segregação racial em hotéis, restaurantes e outros lugares públicos. Durante uma manifestação, King foi preso, tendo sido acusado de causar desordem pública. Na prisão, King escreveu uma famosa carta na qual afirmava que as pessoas tinham a responsabilidade moral de desobedecer e lutar contra leis injustas. Após ser libertado, King continuou a liderar manifestações que tinham como objetivo pôr um fim às leis de segregação racial nos Estados Unidos.
Em 1963, King e outros líderes negros organizaram a Marcha para Washington, que foi um protesto que contou com a participação de mais de 200.000 pessoas que se manifestaram em prol dos direitos civis de todos os cidadãos dos Estados Unidos. Nesta marcha, King fez seu mais famoso discurso Eu Tenho Um Sonho. O discurso expressou seu sonho e o sonho de todos os negros e de outras minorias nos Estados Unidos de viver numa sociedade igualitária e justa.
I have a dream that one day this nation will rise up and live out the true meaning of its creed: We hold these truths to be self-evident, that all men are created equal.I have a dream that my four little children will one day live in a nation where they will not be judged by the color of their skin but by the content of their character.
Eu tenho um sonho que um dia esta nação se erguerá e viverá o verdadeiro significado de seus princípios: ¿ Nós acreditamos que esta verdade seja evidente, que todos os homens são criados iguais ... Eu tenho um sonho que um dia minhas quatro crianças viverão em uma nação onde não serão julgadas pela cor de sua pele, mas sim pelo conteúdo de seu caráter
Martin Luther King Jr.
A marcha serviu como um último passo em direção à promulgação da Lei dos Direitos Civis de 1964, que proibiu a segregação racial em locais públicos, empresas e escolas.
Em 1964, Martin Luther King, Jr. recebeu o Prêmio Nobel da Paz.
Os protestos organizados por King continuaram. Em 1965, ele liderou uma nova marcha. Uma das conseqüências dessa marcha foi a aprovação da Lei dos Direitos de Voto de 1965 que abolia o uso de exames que visavam impedir a população negra de votar. Nessa época, King também passou a trabalhar para melhorar a situação econômica da população negra dos Estados Unidos.
Em 4 de abril de 1968, Martin Luther King, Jr. foi assassinado em Memphis, Tennessee, por um franco atirador chamado James Earl Ray. Earl era um fugitivo branco que admitiu a autoria do crime. O assassino de King foi condenado a 99 anos de prisão.
Martin Luther King Jr. foi morto, mas suas palavras, seu trabalho e sacrifício moldaram os Estados Unidos e influenciaram o mundo. King evitou que os Estados Unidos continuasse a ser um país onde as pessoas não viviam em igualdade. Tendo sido um dos principais responsáveis pelo fim da segregação racial nos Estados Unidos, Martin Luther King Jr. é um modelo de liderança e coragem.
-Malcon x
El-Hajj Malik El-Shabazz - Malcom X
Malcom Little, filho de Earl e Louise Little, nasceu em Omaha, no estado de Nebraska, em 19 de maio de 1925. Seu pai era um pastor batista e tornou-se um dos organizadores da Associação Universal para a Melhoria do Negro. Antes de se estabelecer em Lansing, no estado de Michigan, a família se mudou muitas vezes, tentando encontrar um mundo melhor para eles. Lansing também era um mundo violento para os Little e em setembro de 1931, Earl foi encontrado morto, ao lado da linha de bonde, aparentemente atropelado por um deles.
Os anos que se seguiram foram duros para Louise que, abalada emocional e mentalmente, foi internada numa instituição psiquiátrica e os filhos mais novos colocados em lares adotivos. Malcom já tinha sido afastado de sua mãe e estava numa instituição para delinquentes juvenis. Finalmente, ele foi mandado para uma instituição em Mason, onde terminou o segundo grau em primeiro lugar. Ele foi desencorajado a continuar seus estudos devido à sua raça e por isso aceitou uma oferta de sua irmã Ella e de seu cunhado para se mudar para Roxbury, em Boston.
Poucos meses depois de sua chegada a Roxbury, um bairro predominantemente negro de Boston, Malcom conseguiu um emprego como engraxate. Roxbury mostrou ser pequena para ele e em 1942, ele conseguiu um emprego como carregador em vagão restaurante da estrada de ferro, trabalhando fora de Roxbury. Instalando-se no Harlem, Nova York, ele acabou se envolvendo em atividades criminosas, inclusive roubo, prostituição e drogas. Depois de um ano no Harlem, ele voltou para Boston e continuou na vida de crimes, formando a sua própria quadrilha. Preso por roubo, foi julgado e condenado a 7 anos de prisão.
Durante esse período em que esteve na prisão, Malcom tornou-se seguidor de Elijah Muhammad, o líder do grupo Nação do Islam, com ramificações em Detroit, Chicago e Nova York. O irmão Reginald, e a irmã Ella, em visita a ele na prisão, pediram que ele se juntasse ao culto de Mohammad e ainda na prisão ele o fez. Livrou-se de seu "nome escravo", Little, e adotou o novo nome "X". Depois de conseguir liberdade condicional em 1952, Malcom X se juntou ao Nação do Islam, sob a orientação de Elijah Muhammad, e finalmente tornou-se ministro e alto dirigente do movimento negro muçulmano. Fundou mesquistas em Boston, Filadélfia e Harlem e graças a ele o movimento se expandiu nacionalmente.
Malcom X ganhou notoriedade em julho de 1953, por causa de um especial de televisão com Mike Wallace, chamado O Ódio que o Ódio Produziu, que contava a estória do surgimento de Malcom X como um dos mais importantes líderes do Nação do Islam. O programa também chamou a atenção de grande parte do público americano para o Nação do Islam (também conhecido como movimento muçulmano negro). Além disso, as opiniões de Malcom X eram expressas em discursos, em colunas de jornal, em entrevistas para rádio e televisão. Ele também ajudou a fundar o jornal muçulmano negro, o Muhammad Speaks.
Malcom começou a discordar de Elijah Muhammad, em parte por causa das tensões dentro do movimento negro muçulmano. Ele foi afinal "silenciado" por 90 dias, após fazer comentários sobre o assassinato do Pres. John Kennedy com a frase "as galinhas voltam para o poleiro". Mas, antes que seu silêncio fosse suspenso, Malcom X deixou o Nação do Islam para formar a Mesquita Muçulmana Inc., em março de 1964. Ele começou a articular um nacionalismo negro mais secular, questionando que os negros deviam ter o controle político de suas prórprias comunidades e, através de discursos, estimulava seus seguidores a usar o voto para promover mudanças efetivas.
Em 1964, Malcom X viajou para Meca para a peregrinação e lá começou a mudar seus conceitos em relação à integração. Tornou-se ambíguo sobre os resultados da luta racial nos Estados Unidos e deixou aberta a possibilidade de que alguns brancos pudessem contribuir com a sua luta. Depois da peregrinação, ele adotou o nome de El-Hajj Malik El-Shabazz.
Casado com Betty, teve 6 filhos. Morava no bairro Queens, em Nova York, quando sua casa sofreu um atentado em 14/02/65. Nesse atentado todos sobreviveram. Mas, duas semanas mais tarde, no dia 21, enquanto discursava para uma platéia que lotava o Audubon Ballroom, no Harlem, ele foi assassinado com diversos tiros. A razão do assassinato nunca foi muito bem esclarecida. Em 1966, três homens foram sentenciados por assassinato em 1º grau.
¿A meta comum de 22 milhões de Afro-Americanos é respeito aos seres humanos, o direito dado por Deus para ser um ente humano. Nossa meta comum é obter os direitos humanos que a América nos tem negado. Nós nunca poderemos ter direitos civis na América, até nossos direitos humanos serem restaurados primeiro. Nós nunca seremos reconhecidos como cidadãos, até que nós sejamos primeiro reconhecidos como humanos¿ (X, Malcolm, Racismo: O câncer que está destruindo a América, in Egyptian Gazette, 25 de agosto de 1964).
anderson ikwueme [9:31 PM]
anderson ikwueme [2:26 PM]